domingo, 16 de janeiro de 2011




Seu reino obscuro está vindo
Ninfas protegem este mundo
Sobre a floresta tempestuosa aguarda
A luz está distante,
A chuva não pára
Minha solidão se aproxima

Ninfas começam a cantar à mim
Elas sussurram para mim meu nome
Não pare alice, está sinfonia!
Não diga meu nome nunca mais
Talvez você deixe este longo caminho
Existe um caminho a um segundo inferno





Nessa hora lembre-se de mim
Perco as suas mãos na minha pele

Você não se lembra de mim?
Promessas e sonhos perdidos

Dois espíritos vêm a mim
Minha morte, eu posso ver
Não controle minha Tristeza
Dê-me minha vida outra vez

Esta tristeza é infinita
Eu não quero este mundo

Minha vida é uma ilusão para mim
Essa hora me traz medo

Via sangue no chão
Estas ferida não morrem

Dois espíritos vêm a mim
Minha vida era escura
Nessa noite de inverno
Um mundo novo nascia

Não controle minha Tristeza
Dê-me minha vida, outra vez
Esta tristeza é infinita
E eu não quero este mundo

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O cemitério


Da minha janela vê-se um cemitério,
Antigo, da idade dos anos
Abriga mortos de adultérios
Seres perfeitos, ou seres humanos
Passeiam-se na penumbra do entardecer
Multidões de corvos de bico alimentado
Por almas moldadas a um florescer
Que nenhuma mão havia regado
E a lua roça nos túmulos vazios,
Assim como nos galhos de uma árvore escondida
À sua volta o conforto dos terrenos baldios,
Inebria os corpos sem vida
Acaba a visão magnífica com o fechar de persianas
Abertas outrora por infindáveis portos...
Gravando no meu coração das tumbas medianas:
“Não há glorias a alcançar no reino dos mortos”.



As estrelas estragam o céu da noite,
Com seus brilhos pegajosos
Uma luz expressamente morta
Como meus sentimentos e minha divina alma
Que busca a extrema escuridão,
Atrás de tudo isso tem algo inusitado
Onde meu coração fica gradativamente
Mais negro
Com sede de sangue,
Sangue virgem
De puro profanismo.
Um desejo por pessoa errada
Te atrai o lado mais negro da escuridão
A vida lhe prega peças jamais imagináveis,
Tudo fica estranho e negativo
Mais ou menos como esse momento
Que tu passaste por agora




As ruas são escuras, sombras rastejando-se das paredes
A poeira se movimenta e as luzes de neon chamam
Demônios e tolos e uma dama de preto
Ela é do tipo que não dorme à noite
Ela vê a presa e fica atenta
São tempos difíceis, mas ela não liga
Ela é uma vampira
Desejo mais escuro que preto
Alcança mais alto, não há como escapar
Suas asas são cortinas da noite
Ela desconhece o certo e errado
Mortos são os lugares onde essa Deusa esteve
Fria é a pele que essa criatura viu
Seu universo é um oceano de sangue
Sua mesa de jantar é um berço de lama
A noite é cega, a senhorita está te chamando
Para estar com ela por toda a eternidade
Siga-a até que sua sede seja saciada
Uma mentira imortal, sangue
Não há saída, ela te paralisou
Você se despediria do sol?
E daria sua vida para nunca morrer?


Minha Alma sente-se vazia
Eu estou me afogando nas minhas lagrimas
Isso e dor, eu estou aprendendo.
Meu coração, esta batendo.
Veneno Corre em minhas veias
No Inferno eu queimo
Deixe Essas Lagrima ser nosso segredo
Você e Eu
Uma vez estávamos tão perto
Isso é tudo ou nada
Eu estou pedindo para você dar
Deixe viver ou morrer
Qualquer coisa é melhor
Esse Silencio é mentira
Diga isso, isso não é mentira.
Eu preciso que você salve minha vida
Deixe me sentir sua respiração
Em suas mãos
Esse coração é meu
Salve minha vida